zé carlos

1973, Aracaju, Brasil

20150310_212518Artista visual, estudou escultura na Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, frequentou a Escola de Artes Visuais do Parque Laje. Vive e trabalha no Rio de Janeiro.

Sua poética consiste na elaboração de híbridos às vezes resultando esculturas tais como na série pássaros, às vezes como objeto, insetos e suas relações entre ciência e arte e suas consequências. A série pássaros apresenta uma redefinição da noção moderna de escultura como volume estático – pela técnica da arte plumária o artista imprime organicismo a um volume que desde já se apresenta dinâmico, acrescentando ao trabalho partes cautelosamente escolhidas de mobiliário doméstico, retirando sua função sem que contudo essas partes resignifiquem: o braço de uma cadeira permanece como braço. A série insetos, objetos, o levou a uma pesquisa que se desdobra na redefinição de “insetos” – tidos como um tipo de simulacro frente ao “Belo” vigente, e, a partir deles, investigar e interferir em seus esqueletos buscando novos arranjos estruturais organizados pela arte, reduzindo Entomologia à Estética.


1973, Aracaju, Brazil

Visual artist, he attended the Fine Arts School at the Federal University of Rio de Janeiro and the Parque Laje Visual Arts School. Lives and works in Rio de Janeiro.

His poetics consists of elaborating hybrids, sometimes resulting in sculptures as in the series of birds, sometimes objects, insects and their relations between science and art and its consequences. The birds series presents a redefinition of the modern notion of sculpture as a static volume– by with the plumage art technique imprints his organicism on a volume that from the beginning presents a dynamic, adding to the work carefully chosen parts of household furnishing, removing them from their functional context without provoking resignification: the arm of a chair remains an arm. The insects series, objects, led to an investigation that unfolds in the redefinition of “insects” – understood as a kind of simulacrum in the face of the “Beautiful” in vigor, and, from them, investigates and interferes in their skeletons, searching for new structural arrangements organized by art, reducing entomology to aesthetics.